A primeira memória
Foi em uma livraria em Salvador que o volume cor de rosa (ou lilás?) me chamou a atenção. Tratava-se de "Infância", de Graciliano Ramos, e depois de ler a informação na orelha do livro, eu nem pensei duas vezes.
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Foi em uma livraria em Salvador que o volume cor de rosa (ou lilás?) me chamou a atenção. Tratava-se de "Infância", de Graciliano Ramos, e depois de ler a informação na orelha do livro, eu nem pensei duas vezes.
Qual foi a última vez que você escreveu uma carta? Lembra? Para quem? Estou falando de carta escrita à mão e não de carta digitada em um computador.
Há certas coisas que são quase impossíveis de se descrever, como o olhar de alguém. Eu me pego refletindo nisso todas as vezes em que observo a última fotografia que tenho do meu pai.
Há anos que ficam marcados nas nossas memórias por eventos importantes ou que transformaram nossas vidas. Um ano que eu considero ter sido muito difícil foi 2024, ano repleto de perdas.
Eu não sei bem por que, mas me peguei, sem mais nem menos, obcecada pela canção "Eyes without a face", de Billy Idol.
Hoje, quando eu e minha filha estávamos aguardando para embarcar em um voo, retornando à Filadélfia, uma senhora que estava atrás de mim me perguntou qual era o número do meu grupo de embarque.
"Where heartbreak is, beauty intrudes. Wondrously" (Philip Larkin). Era um texto sobre a vida de quem já tem uma certa idade.
Eu me lembro de ter ouvido esta história pelo menos duas vezes, mas na última, estávamos em um Uber e meu pai contava, na altura do Hospital Barão de Lucena, sobre os banhos no rio Capibaribe.
I met Dr. Schiffrin in 2001, when I went to Georgetown University to visit the Linguistics Department. She asked me one of the most consequential questions of my academic life.
Os "rolezinhos" que têm ocorrido em shoppings de São Paulo revelam uma tensão social que não é nova, mas que ganhou novos contornos com a ascensão econômica de uma parcela da população.
Faleceu em novembro de 2013, aos 86 anos, a Dra. Cléa Abdon Salomão Rameh, diretora do programa de Estudos Portugueses de Georgetown University, professora, pesquisadora e embaixadora do Brasil e da sua cultura.
Se você gosta de futebol é alienado. Se não gosta é um chato. Dispensando as desculpas, segue aqui o meu texto sobre o futebol e as copas do mundo que eu acompanhei.
Mesmo tendo morado em Pernambuco por um longo período, eu nunca havia visitado o casarão de Apipucos, na Rua 17 de Agosto.
No documentário "Línguas, vidas em português", José Saramago afirma que poderíamos passar "a vida inteira mergulhados na língua portuguesa".
As memórias da minha infância em Recife são marcadas por aromas característicos de épocas específicas do ano, como também por canções e ritmos que celebravam estes períodos.